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Soja busca manter recuperação em Chicago e puxa preços no Brasil Print

Quarta, 21 Dezembro, 2016


Após duas sessões consecutivas de baixas e registrar as mínimas em um mês, os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago voltaram a subir na Bolsa de Chicago na sessão desta quarta-feira (21). Os futuros da oleaginosa, por volta de 12h35 (horário de Brasília), subiam mais de 5 pontos nos principais contratos, levando o janeiro/17 a US$ 10,11 e o maio/17, referência para a safra brasileira, a US$ 10,30 por bushel.

De um lado, a demanda forte e o potencial dos derivados, principalmente do óleo neste momento, ainda dão importante sustentação às cotações, enquanto na outra ponta do mercado, o clima favorável para o desenvolvimento da safra na América do Sul pesa sobre as cotações. As chuvas dos últimos dias na Argentina atingiram diretamente os preços em Chicago e voltam ao foco dos traders.

A volatilidade, portanto, é maior. "Enquanto boas condições são esperadas para a Argentina nos próximos dias, outro sistema de alta pressão é esperado para o final da semana que vem. E caso isso se confirme, o tempo pode voltar a ficar bem quente e seco no país", informa, em nota o analista Terry Reilly, da Futures International.

E nesta quarta, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou uma nova venda de soja para a China, contribuindo para o avanço das cotações. Foram 132 mil toneladas da safra 2016/17. O anúncio é o segundo da semana, depois do que reporte que trouxe 264 mil toneladas também para a nação asiática, na última segunda-feira (19).

Portos do Brasil

Apesar de ainda tímidas em relação às baixas intensas dos últimos dias, as altas em Chicago permitem uma recuperação expressiva dos preços da soja no Brasil, apesar de um novo recuo do dólar frente ao real na tarde de hoje.

Em Rio Grande, o mercado disponível já registrava um ganho de 1,30% nos indicativos, com a saca chegando aos R$ 78,00, enquanto no mercado futuro, o valor era de R$ 82,00 e a alta de 0,61%. Os negócios, apesar disso, ainda exibem um ritmo lento, também em função da proximidade do final do ano.

Perto de 13h (Brasília), a moeda americana perdia 0,32% e era negociada a R$ 3,333. O comportamento do dólar é semelhante ao registrado no cenário internacional e reflete ainda um movimento de venda da divisa aqui no mercado nacional, segundo explicam especialistas.

"O otimismo ganhou espaço com percepção de que as coisas estão melhores. Até o IPCA-15 ajudou, já que mostra que a inflação doméstica está recuando", disse o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado, à Reuters.


Fonte: Notícias Agrícolas



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