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Milho: Na CBOT, mercado dá continuidade ao movimento negativo e exibe leves quedas pelo 2º dia seguido Print

Quinta, 16 Junho, 2016


Milho: Na CBOT, mercado dá continuidade ao movimento negativo e exibe leves quedas pelo 2º dia seguido

Na manhã desta quinta-feira (16), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) exibem ligeiras perdas. As principais posições do cereal operam do lado negativo da tabela pelo 2º dia seguido e, por volta das 8h19 (horário de Brasília), registravam quedas entre 0,75 e 1,50 pontos. O contrato julho/16 era cotado a US$ 4,27 por bushel e o março/17 a US$ 4,44 por bushel.

De acordo com informações reportadas pelas agências internacionais, o mercado voltou a trabalhar em queda diante das novas previsões climáticas indicando chuvas em partes do Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias. Ainda ontem, o analista e editor do portal Farm Futures, Bob Burgdorfer, ressaltou que "o tempo permanece amplamente favorável para as culturas com chuvas em partes do Meio-Oeste do país esta semana".

Com cerca de 75% das lavouras em boas ou excelentes condições, conforme dados oficiais do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o mercado segue atento à fase de polinização do milho, uma das mais importantes para a cultura. Os participantes do mercado observam o comportamento do clima no país.

Outro fator que também é acompanhado de perto pelos investidores é a demanda pelo cereal norte-americano. Nesta quinta-feira, o USDA traz novo boletim de vendas para exportação, importante indicador de demanda. Na semana anterior, o número ficou em 1.679,3 milhão de toneladas. Do total, 1.558,9 milhão de toneladas são referentes à safra 2015/16 e, o restante, de 120,4 mil toneladas da temporada 2016/17.

Confira como fechou o mercado nesta quarta-feira:

Milho: De olho na colheita, preços têm nova queda na BM&F e set/16 recua mais de 1% nesta 4ª feira

Os futuros do milho negociados na BM&F Bovespa encerraram a sessão desta quarta-feira (15) do lado negativo da tabela. As principais posições da commodity recuaram pelo 2º dia consecutivo e exibiram perdas ente 0,29% e 1,98%. O contrato julho/16 era cotado a R$ 46,00 a saca, já o setembro/16, referência para a safrinha brasileira, era negociado a R$ 42,95 a saca, com queda de 1,38%. No Porto de Paranaguá, a cotação também caiu, cerca de 1,30%, com a saca para entrega setembro/16 em R$ 38,00.

De acordo com os analistas, os preços se acomodam em patamares mais baixos à medida que a colheita do cereal ganha ritmo. Nos principais estados produtores de milho na segunda safra, Mato Grosso e Paraná, a colheita do grão já supera os 5% da área plantada, conforme dados oficiais.

Em recente entrevista ao Notícias Agrícolas, o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, ressaltou que, até o começo de julho os produtores brasileiros deverão colher em torno de 25 milhões de toneladas. Então, apesar da quebra na safra, há uma pressão maior nas cotações devido à entrada do produto no mercado.

A perspectiva é que sejam colhidas 49,9 milhões de toneladas do cereal na safrinha, segundo dados reportados pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Paralelamente, o clima, que comprometeu a produtividade das lavouras nas principais regiões produtoras do grão, continua sendo observado. Após as recentes geadas no Paraná, a preocupação é com a ocorrência de chuvas no estado. O que se confirmado poderia elevar as perdas na produção paranaense, conforme ponderam os especialistas.

O diretor do Deral (Departamento de Economia Rural), Francisco Carlos Simioni, disse que é difícil dimensionar as perdas neste momento, porque os danos causados pela geada só podem ser quantificados de seis a oito dias após a ocorrência. Ele adianta que, até o fim deste mês, a Secretaria da Agricultura terá um levantamento mais completo, com base técnica, para não causar apreensão ao mercado e aos consumidores, pois perdas de produção geralmente resultam em elevação de preços.

Além do avanço da colheita, as perdas mais fortes registradas na Bolsa de Chicago e também no dólar contribuem para as quedas nos preços na bolsa brasileira. Ainda hoje, a moeda norte-americana fechou o dia a R$ 3,4665 na venda, com queda de 0,39%. Segundo dados da agência Reuters, a moeda operou com volatilidade depois do Federal Reserve, banco central americano, sinalizar uma postura mais cautelosa sobre quando pretende voltar a elevar a taxa de juros no país.

Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho encerraram o pregão desta quarta-feira (15) em queda. As principais posições do cereal consolidaram o movimento negativo e exibiram perdas entre 6,50 e 7,75 pontos. O vencimento julho/16 era cotado a US$ 4,29 por bushel e o dezembro/16 a US$ 4,39 por bushel. Já o março/17 era negociado a US$ 4,44 por bushel.

Conforme dados reportados pelas agências internacionais, o mercado recuou com indicações de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras no Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias. "O tempo permanece amplamente favorável para as culturas com chuvas em partes do Meio-Oeste do país esta semana", disse Bob Burgdorfer, editor e analista do portal Farm Futures.

Já o clima mais quente deve ser observado a partir da próxima semana, ainda segundo o noticiário internacional. Até o momento, 75% das lavouras de milho ainda apresentam boas condições, conforme dados divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no início da semana. Além disso, a queda nos preços do petróleo também contribuiu para a pressão negativa sobre os contratos do cereal em Chicago.

Outro fator importante que segue sendo observado pelos participantes do mercado é a demanda pelo produto norte-americano. Com a quebra na safrinha brasileira, devido ao clima irregular e, a colheita ainda lenta na Argentina, os compradores têm adquirido o milho dos EUA, conforme ponderam os analistas. Nesta quinta-feira (16), o USDA traz novo boletim de vendas para exportação.


Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas



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