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Soja: Ainda sem força, mercado em Chicago inicia semana operando de lado nesta 2ª feira Print

Segunda, 29 Fevereiro, 2016


O mercado internacional da soja, nesta segund-feira (29), começa mais uma semana com oscilações ainda muito tímidas, sem forças para sair de seu intervalo de preços. Assim, por volta das 7h50 (horário de Brasília), as posições mais negociadas perdiam entre 0,50 e 1,50 ponto, com o maio/16, referência para a safra brasileira, cotada a US$ 8,62 por bushel. 

No cenário internacional, as atenções dos investidores seguem voltadas para o mercado financeiro, que ainda inspira atenção e segue trazendo cautela e uma elevada aversão ao risco. Entre os fundamentos, a conclusão da safra da América do Sul segue no radar e, sobre o clima, os alertas agora começam a chegar da região Matopiba do Brasil, por conta da seca que vem castigando as lavouras há quase um mês.

Veja como fechou o mercado na última semana:

Soja: Bem vendido e sem novidades no mercado, produtor tem semana de poucos negócios 

O mercado brasileiro de soja registrou uma nova semana de baixo volume de negócios. As oscilações ainda tímidas dos futuros da oleaginosa na Bolsa de Chicago e a volatilidade na taxa cambial mantém os produtores às margens do mercado, ainda focados somente nos trabalhos de colheita. 

De acordo com o último levantamento da França Junior Consultoria, a colheita no Brasil, até o último dia 25,  já estraa concluída em 33% da área, superando o índice do mesmo período de 2015, de 30%, e o da média dos últimos cinco anos, de 29%. A pesquisa mostrou ainda um aumento na estimativa em relação à projeção anterior para a safra brasileira 2015/16, que passou a 98,942 milhões de toneladas.  

E, segundo explicam analistas, esse ainda deve ser o padrão do mercado enquanto as variações de preços na CBOT continuarem sem força - em parte por estarem bastante atrelados ao quadro financeiro global - para romperem algumas barreiras e enquanto as projeções para a economia nacional seguirem dando sinais de incertezas e trazendo insegurança. 

Porém, como explica o economista e analista de mercado Camilo Motter, da Granoeste Corretora de Cereais, "nesse momento, os preços não fecham. Entre a pedida dos vendedores e a indicação de compra há uma distância que varia entre R$ 1,00 e R$ 2,00", quadro que também contribui para essa trava no mercado interno. 

O que se viu, portanto, foi uma queda expressiva dos preços nos portos e no interior do Brasil, afugentando ainda mais os vendedores. 

Nas principais praças de comercialização, as baixas foram de 0,80% a 3,08%, com destaque para São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul, onde o preço foi de R$ 65,00 a R$ 63,00 por saca e Cascavel, no Paraná, com o valor caindo de R$ 69,00 para R$ 67,50. 

Nos portos, baixas ainda mais intensas, variando de 2,52% a 5,05%. Em Paranaguá, a soja disponível foi de R$ 80,50 a R$ 78,00 por saca, enquanto o produto futuro caiu de R$ 79,50 a R$ 77,50. Em Rio Grande, as cotações foram, respectivamente, de R$ 81,10 para R$ 80,00 e de R$ 83,20 a R$ 79,00 por saca. 



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