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Clima afasta soja de produção recorde no Mato Grosso, aponta INTL FCStone Print

Sexta, 5 Fevereiro, 2016


Estudo divulgado pela consultoria INTL FCStone aponta queda de 5% na produtividade da oleaginosa em relação ao ciclo anterior
 

A forte incidência do fenômeno climático El Niño trouxe uma mudança brusca no padrão climático do Mato Grosso, especialmente no final de 2015. Com precipitação acumulada em torno de 20% abaixo da média histórica, o estado pode interromper a sequência de seis recordes consecutivos de volume produzido de soja. "A produtividade deverá ficar cerca de 5% abaixo do registrado no ano passado (que coincide com a máxima histórica), em 49,26 sacas por hectare”, afirma a coordenadora de inteligência de mercado da INTL FCStone, Natália Orlovicin. A estimativa da INTL FCStone é de produção de 27,3 milhões de toneladas, queda de 2,7% em relação ao ano anterior.

De acordo com estudo especial ‘Giro da Safra’, divulgado nesta sexta-feira (05) pela consultoria, o Norte Mato-grossense, onde está concentrada 19% da produção brasileira, foi a região mais afetada negativamente pelo clima, seco e irregular no final do ano de 2015. "Apesar da volta das chuvas em janeiro, o volume de precipitação acumulado da safra é 35,5% menor do que o registrado normalmente nesta época do ano. Isso deverá ter impacto na produtividade média, que está estimada em 48,75 sacas por hectare”, explica Natália. O resultado desse padrão climático atípico, no campo, tem sido uma grande variabilidade da produtividade.

No município de Nova Mutum, por exemplo, uma área visitada pela INTL FCStone de 22,7 mil hectares registra grande diferença de rendimento dependendo do talhão colhido. Com atraso no plantio e semeadura concentrada em novembro, houve replantio de 600 mil hectares. Da soja que já foi retirada do campo até o momento, 40 sacas por hectare é o rendimento médio, contra as 46 sacas/ ha conquistadas no ciclo anterior. "Espera-se que a produtividade melhore um pouco com o avançar da colheita, quando o que foi semeado mais tarde começar a entrar na conta”, explica a analista Ana Luiza Lodi, que esteve a campo.

Enquanto no Mato Grosso foi observada uma irregularidade maior, no Mato Grosso do Sul, a situação foi contrária em boa parte da área agrícola do estado. A estimativa da INTL FCStone para esta segunda localidade, que contribui com cerca de 7% da área plantada com soja no Brasil, é de produção de 7,1 milhões de toneladas, praticamente estável em relação ao ano passado.

‘Giro da Safra I – Mato Grosso e Mato Grosso do Sul’ é o primeiro estudo de uma série de relatórios que trazem classificações de risco criadas pela INTL FCStone a respeito da produtividade de cada microrregião, combinadas a dados climáticos do mês de janeiro de 2016 e às atualizações de acompanhamento de safra em parceria com a Expedição Safra, projeto do Agronegócio Gazeta do Povo.

Fonte: INTL FCStone 



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