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Colheita da soja avança e atinge 8% da área em Mato Grosso Print

Segunda, 1 Fevereiro, 2016


O Imea elevou produtividade média para 51,2 sacas por hectare, ante 49,8 sacas estimadas em meados de janeiro


A colheita da soja em Mato Grosso teve um avanço expressivo de 4,5 pontos percentuais na semana passada, o equivalente a 414 mil hectares, e atingiu 8,2% (754,7 mil hectares) da área total estimada em 9,203 milhões de hectares. Os dados são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que elevou a sua estimativa de produtividade para 51,2 sacas por hectare, ante as 50,9 estimadas na semana anterior e as 49,9 previstas em meados de janeiro.


Os produtores aproveitaram os intervalos entre as pancadas de chuvas que caíram na semana passada para avançar a colheita. Entretanto, os trabalhos estão 2,1 pontos percentuais defasados em relação à mesma época do ano passado, quando 10,3% da área de soja já estava colhida.

Os números do Imea estão confirmando as estimativas mais otimistas sobre o impacto do El Niño nesta safra, considerada a mais complicada dos 30 anos de cultivo de soja em Mato Grosso. A falta de chuvas atrasou o plantio e o excesso castigou a soja precoce que estava em fase de desenvolvimento.


O presidente da Fundação Mato Grosso (Fundação-MT), uma instituição privada de pesquisa, Francisco Soares Neto, em entrevista a Globo Rural na última sexta-feira (29/1), afirmou que de fato a queda de produção da soja não deve ser expressiva. Ele observa que as regiões mais prejudicadas pelo clima foram o norte e o leste de Mato Grosso, mas os casos de fortes perdas são localizados, onde produtores vão colher de 20 a 25 sacas, ou até menos.


No último final de semana, a Fundação Mato Grosso realizou um dia de campo em sua área de demonstração e pesquisa em Nova Mutum, na região do Médio-norte. Um dos experimentos que mais despertou a atenção dos visitantes era sobre manejo da cobertura do solo. O pesquisador da instituição, Leandro Zancanaro, explica que o experimento refletiu como o manejo do solo possibilita que as lavouras se desenvolvam bem mesmo em condições adversas como as da safra atual. A área tinha cinco tipos diferentes de manejo e o melhor resultado foi obtido no cultivo após braquiária.


Na opinião de Zancanaro, o impacto do clima nesta safra, em que muitos produtores amargarão pesados prejuízos, revela a necessidade de rever o sistema de cultivo, como a retomada da rotação de culturas para quebra do clico de pragas e doenças, além da melhora da estrutura do solo. "Estamos esquecendo os princípios básicos”, diz ele.

A Fundação Mato Grosso, que tem outra estação de pesquisa em Itiquira, no sul do Estado, irá implantar mais uma em Campo Novo do Parecis, na região oeste, em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT). A associação investirá R$ 2,5 milhões no projeto, sendo R$ 1,5 milhão em obras e o restante em custeio. Por ano serão investidos mais R$ 1,2 milhão.



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