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Soja: Com impulso do dólar, preço sobe 1,20% em Rio Grande e saca disponível é cotada a R$ 84,50 Print

Quinta, 7 Janeiro, 2016


Diante de mais um dia de valorização cambial, o preço da saca de soja disponível subiu 1,20% e chegou a R$ 84,50 no Porto de Rio Grande. No dia anterior, a saca do grão era negociada a R$ 83,50 no terminal. Por sua vez, a moeda norte-americana era cotada a R$ 4,0435 na venda, com ganho de 0,55%, por volta das 12h21 (horário de Brasília). Na máxima da sessão, o dólar já tocou o patamar de R$ 4,0745 e ganho de mais de 1%.

Segundo dados da agência Reuters, o movimento positivo é decorrente das preocupações da economia da China e os reflexos na economia global. Nesta quinta, as bolsas chinesas voltaram a cair 7% e, novamente, tiveram o pregão interrompido. Desta vez, após 30 minutos. O nervosismo foi causado, ainda segundo analistas, pela decisão do Banco Central local de desvalorizar em 0,51% a taxa de câmbio do país. "A desvalorização é um sinal de preocupação com a economia, pois serviria para estimular as exportações", explicam os especialistas.

No mercado interno, os analistas também destacam que as cotações seguem sustentadas, porém, as negociações caminham lentamente. "Os negócios estão parados, tanto para a safra nova quanto para o que resta da safra velha", relata o consultor de mercado Flávio França Junior, da França Junior Consultoria. Até o final de dezembro, ainda segundo o especialista, já havia 45% da safra 2015/16 de soja comprometida. Um novo levantamento será reportado em 22 de janeiro.

Paralelamente, os participantes do mercado acompanham o desenrolar da safra brasileira. Ainda hoje, a consultoria INTL FCStone reduziu a projeção para a safra brasileira da temporada 2015/16 para 97,81 milhões de toneladas, contras as 98,81 milhões de toneladas estimadas anteriormente. E os primeiros relatos de colheita já demonstram o impacto do clima adverso em diferentes regiões do país.

Em Sapezal (MT), importante região produtora do grão, o rendimento inicial em algumas áreas que sofreram com o stress hídrico está próximo de 35 sacas da oleaginosa por hectare. O presidente do Sindicato Rural do município, José Guarino Fernandes, ressalta que a produtividade média da região é de 52 sacas do grão por hectare. "O retorno das chuvas acabou beneficiando as lavouras, porém, os produtores seguem preocupados com a entrega dos contratos fixados antecipadamente. Cerca de 70% da safra foi comercializada", completa.

Já em Pato Branco (PR), o excesso de umidade e a falta de luminosidade comprometeram o desenvolvimento das plantações. "Nas primeiras áreas, o rendimento está entre 40 sacas até 50 sacas por hectare. No ano passado, a produtividade da soja estava acima de 60 sacas por hectare", destaca o presidente do Sindicato Rural da região, Oradi Caldato.

Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços da soja dão continuidade ao movimento negativo no pregão desta quinta-feira (7). Por volta das 13h08 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam ligeiras perdas entre 0,75 e 1,25 pontos. O vencimento janeiro/16 era o único em campo positivo, negociado a US$ 8,77 e alta de 1,25 pontos.

Analistas internacionais voltam a falar sobre as especulações que os novos boletins do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) da próxima terça-feira estimulam no mercado e, na outra ponta, citam a influência ainda forte do mercado financeiro.

Além da China, há ainda as novas mínimas que vêm sendo testadas pelo petróleo esta semana. Na quarta-feira (6), a commodity foi abaixo dos US$ 33,00 por barril, recuando cerca de 6%, e também trouxe nervosismo ao mercado financeiro global.

Por outro lado, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 246 mil toneladas de soja para a China. O volume negociado será entregue na temporada 2015/16.

Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:

Soja fecha o dia acima dos R$ 80 nos portos com suporte do dólar, Chicago e prêmios nesta 4ª feira

Nesta quarta-feira (6), o dólar fechou em alta frente ao real e as cotações da soja na Bolsa de Chicago, que operaram em queda durante todo o dia, voltaram a subir e também encerraram o pregão em campo positivo. Entre as posições mais negociadas, os ganhos variaram de 6,75 a 9,25 pontos, levando os futuros da oleaginosa a voltarem a trabalhar entre US$ 8,65 e US$ 8,76 por bushel. 

O reflexo para os preços no Brasil foi, portanto, também positivo. No porto de Paranaguá, manutenção em R$ 78,00 por saca para o produto futuro, enquanto em Rio Grande, a soja da nova safra subiu 0,88% e fechou a quarta-feira com R$ 80,50 por saca. Já para o produto disponível, ganho de 1,23% no terminal paranaense para R$ 82,00 e, no gaúcho, de 4,64% apra R$ 83,50. 

Além dos três fatores do tripé - Chicago, dólar e prêmio - terem trabalhado de forma positiva neste pregão, a pouca ou quase nenhuma oferta disponível de soja e as incertezas sobre os resultados da temporada 2015/16 também são fatores de estímulos às cotações, porém, ao mesmo tempo, travam as vendas no país. 

As projeções para a colheita do Brasil, que começa a ser iniciada já em alguns pontos, são bastante divergentes e o real tamanho da quebra é incerto até este momento. Em alguns estados, os produtores não puderam nem ao menos concluir ou iniciar o plantio, em outros, o replantio também foi liquidado pela falta de chuvas do último mês. 



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